Seja Bem Vindo


quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Gravidez



Humor na hora de se vestir......

Chega uma fase na Gravidez que nada mais serve.....tudo fica apertado....
Nada melhor que uma boa camiseta!!
Aproveite a fase e fique a vontade e com um toque engraçado e original....
encontrei aqui neste site algumas idéias pra vc mostrar pra todo mundo
o que vc tem na barriga....
Aproveite, tire idéias, use sua criatividade e pinte vc mesma...
Crie frases e customize sua camiseta.

Link: acesse: http://www.cafepress.com/+humor+womens-maternity
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Gravidez

Qual o peso normal

de um bebê durante a gestação?

Qual o peso normal de um bebê durante a gestação?

Fonte: site www.abc.med.br

Foram estudadas cerca de 3 mil "gestantes normais" da cidade de Campinas, efetuando-se exame ultrassonográfico obstétrico de rotina com medida da biometria fetal e usando a fórmula de Hadlock e colaboradores para o cálculo1 do peso fetal.

Veja o peso fetal de acordo com a idade gestacional na tabela abaixo. Mas lembre-se: trata-se de uma estimativa. Não significa que há algo de errado com o peso do seu bebê se ele não estiver com o mesmo peso da tabela.

O mais importante é a realização de um pré-natal completo, com avaliação da gestante e do bebê ao longo do período gestacional. Para isto, toda grávida deve ser acompanhada por um obstetra do início até o final da gravidez2.


Tabela da média e desvio-padrão do peso fetal estimado de gestantes normais, segundo a idade gestacional (Universidade Estadual de Campinas):


Idade gestacional (semanas)

Peso fetal estimado (gramas)

Média

Peso fetal estimado (gramas)

Desvio-padrão

20

368,84

45,78

21

427,05

46,49

22

504,05

62,14

23

581,79

59,97

24

677,95

62,76

25

776,53

84,66

26

908,45

112,90

27

1.045,82

112,70

28

1.190,82

127,95

29

1.360,74

152,82

30

1.527,48

210,20

31

1.715,41

194,27

32

1.926,81

200,02

33

2.101,73

201,63

34

2.294,31

193,35

35

2.536,17

225,47

36

2.725,14

237,23

37

2.943,85

305,21

38

3.119,97

335,67

39

3.267,18

372,36

40

3.344,06

383,83

41

3.373,33

396,12

42

3.417,18

378,43

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Gravidez


Mortes de mulheres por complicações no parto
em todo o mundo caem 34% de 1990 a 2008

Fonte: www.clicrbs.com.br

Em 1990, foram registradas 546 mil mortes, enquanto em 2008 foram 358 mil

A mortalidade de mulheres em consequência de problemas de gravidez e complicações no parto caiu 34% na comparação entre os anos de 1990 e 2008. Em 1990, foram registradas 546 mil mortes, enquanto em 2008 foram 358 mil. Mas ainda ocorrem cerca de mil mortes diárias de mulheres em decorrência de problemas relacionados à gestação.

A conclusão é do relatório Tendências da Mortalidade Materna, divulgado hoje (15) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa) e Banco Mundial.

Os especialistas informam que, apesar da redução, as mortes de mulheres grávidas ainda são frequentes principalmente nos países mais pobres, na África e Ásia. O estudo examinou a realidade das gestantes em 87 nações. As principais causas de mortes são hemorragia depois do parto, infecções, hipertensão e abortos.

— O risco de uma mulher em um país em desenvolvimento morrer de causas relacionadas à gravidez é aproximadamente 36 vezes maior do que para aquela que vive em um país desenvolvido — afirmou a diretora executiva da OMS, Margaret Chan.

Segundo ela, os governos dos países onde as mulheres enfrentam mais riscos de morte têm buscado efetivar ações para evitar as mortes. De acordo a diretora executiva, entre as medidas adotadas estão o incentivo à formação adequada para as parteiras e melhorias nas infraestruturas dos hospitais e centros de saúde.

O diretor executivo do Unicef, Anthony Lake, afirmou que o objetivo é desenvolver ações que melhorem a qualidade global da saúde materna e salve vidas. Para ele, é fundamental que as medidas sejam adotadas em regiões menos privilegiadas, nas zonas rurais, nas áreas onde estão as famílias mais pobres e as minorais étnicas, além dos locais em conflito bélico permanente.

Para a diretora executiva do Unfpa, Thoraya Ahmed Obaid, os órgãos públicos e as entidades civis organizadas têm obrigação de garantir que a mulher consiga ter uma gestação segura e que a criança nasça bem. Segundo ela, um dos projetos que devem ser incentivados é a formação de profissionais de saúde, além de mais investimentos na área da saúde reprodutiva.

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Câncer de Mama



Câncer de Mama em Mulheres Jovens

Um estudo realizado no Hospital do Câncer A. C. Camargo, em São Paulo, mostrou que o câncer de mama está atingindo quatro vezes mais mulheres jovens que no passado.

Tradicionalmente, os casos de câncer de mama apareciam em mulheres acima de 40 anos, mas esse estudo mostra que a doença está atingindo também mulheres jovens.

Nesse intuito, hoje, a recomendação é de que a mulher faça um autoexame de mamas mensalmente e um exame clínico de mamas anualmente.

A mamografia ainda não está absolutamente indicada nas mulheres jovens como forma de diagnóstico precoce, pois tem muitas limitações. O ultrassom de mama (ultrassonografia) também não é um exame confiável para o diagnóstico do câncer de mama.

Resta, então, o autoexame e o exame clínico anual, ao qual todas as mulheres devem se submeter independentemente de idade, vida sexual ou qualquer outra característica pessoal..

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Visite seu médico regularmente.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Gravidez


Polivitamínicos na medida certa

Fonte: Revista semprematerna.uol.com.br

A partir do teste positivo de gravidez a futura mamãe precisa rever seus hábitos alimentares e, com suplementação, reforçar os itens mais fragilizados nas refeições


A partir do teste positivo de gravidez a futura mamãe precisa rever seus hábitos alimentares e, com suplementação, reforçar os itens mais fragilizados nas refeições para garantir o bom
desenvolvimento do bebê, da gestação ao aleitamento materno.

A gravidez é uma fase muito importante na vida das mulheres e que traz algumas mudanças na rotina, principalmente, na alimentação. Uma dieta nutritiva é essencial na gestação pois, influencia no bem-estar da mamãe, na formação e saúde do pequeno. Mas, muitas vezes, rigorosas refeições não são o suficiente. Nesses casos, os polivitamínicos entram em ação.

Por dois

Já nas primeiras semanas da gestação o embrião começa a ganhar forma. A partir de então, a mulher precisa de aproximadamente 3000 calorias por dia como suporte energético, com grande quantidade de carboidratos, um dos principais alimentos para o feto – glicose, junto a proteínas, vitaminas e minerais.

Segundo o ginecologista e obstetra Adriano Armelin, para controlar o oxigênio do bebê, e evitar a anemia, o ferro é um dos grandes personagens na gravidez, pois ajuda na constituição das hemácias. “É recomendada uma suplementação de 30 mg de ferro elementar diariamente para evitar a anemia da mãe e também para o bebê formar suas próprias hemácias”, diz o especialista.

Além do ferro outros minerais, são extremamente importantes e por mais completa que seja a dieta, o organismo é carente de suplementação. Para a formação dos ossos, desenvolvimento muscular e diminuição da hipertensão na gravidez deve haver na dieta diária da mulher 1000mg de cálcio.

O crescimento do bebê é estimulado pelo cobre e zinco, que diminuem as chances do bebê prematuro. E, fundamentalmente, o ácido fólico, que deve ser suplementado, cerca de três meses antes da concepção. Pode ser encontrado nos alimentos como cereais, arroz, vegetais, legumes e laranja. “Neste período ocorre a formação do bebê, níveis de ácido fólico adequados protegem o feto de malformações do sistema nervoso. Recomenda-se ingerir 5 mg por dia”, explica o ginecologista, que ainda completa: “Toda gestante deve lembrar a importância das orientações do médico pré-natalista, incluindo a suplementação na sua dieta”.

Leitinho enriquecido

Após uma gravidez saudável, muitos benefícios podem ser aproveitados na amamentação, mas ainda acompanhado de cuidados especiais. O leite materno para ser rico em todos seus ingredientes – gordura, mineiras, vitaminas, enzimas e imunoglobinas – e o único alimento para a criança até os seis meses de idade exige a dedicação da mamãe e alguns suplementos.

Devem fazer parte das refeições, principalmente os alimentos ricos em ferro (carne vermelha e magra, feijão,verduras escuras) que ajudam a compensar o sangue perdido no parto e cálcio (leite e seus derivados, salmão, amêndoas), como reposição do que é consumido pelo bebê na amamentação.

A vitamina A (gema de ovo, fígado, vegetais verdes escuros e amarelos) e o complexo B (hortaliças folhosas verdes, leguminosas, suco de laranja) não podem ser esquecidos, pois ajudam sustentar a lactação. E para completar a disciplina alimentar, os suplementos são muito bem-vindos para enriquecer ainda mais essa nutrição. “Para manter a qualidade desse leite e ainda manter a energia da mãe, além de uma alimentação adequada, também é recomendada uma suplementação através da ingestão de polivitamínicos”, finaliza o ginecologista e obstetra Franco L. Chazan.

Assim, a mamãe será saudável e terá ótimos resultados na amamentação. Converse com seu médico e saiba como suprir suas necessidades.

Diferenças entre os leites
100 ml Humano Vaca Cabra
Água (%) 87 86,9 87
Energia (kcal) 69 66 71
Proteínas (g) 1,0 3,3 - 4,0 2,9 - 5,6
Gorduras (g) 3,8 3,6 - 5,2 2,4 - 7,8
Carboidratos (g) 7,1 4,7 - 5,1 4 - 6,3
Lactose (g) 7,0 4,8 - 5,0 4 - 6,3
Cálcio (mg) 28 120 130
Fósforo (mg) 14 100 110
Ferro (mg) 0,07 0,05 0,04
Vitamina A (mg) 60 35 40
Vitamina B2 (mg) 0,03 0,15 0,15
Ác. Nicotínico (mg) 0,22 0,08 0,19
Vitamina C (mg) 3,7 1,5 1,5
Vitamina D (ug) 0,020 0,03 0,06

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Espante o mau humor!




Fonte: www.sitemedico.com.br

Toda pessoa às vezes sente-se triste, de mau humor, deixa-se dominar pela ira e fica remoendo rancores. Afinal, são reações inevitáveis diante de tantas frustrações ao longo da existência.

Porém esses sentimentos não devem persistir por muito tempo, pois comprometem a capacidade de sentir prazer e de dar respostas adequadas às mais diversas situações. É necessário mudar o disco e reverter o quadro, para evitar que esses sentimentos se instalem de forma permanente.

Algumas medidas simples podem ajudar nessas situações:

1- Afastar-se dos chatos. Quem está numa fase vulnerável deve passar longe dos fofoqueiros, dos que vivem reclamando e de quem adora julgar os outros. Já as pessoas de alto astral atuam como renovadoras de energia.

2- Permanecer aqui e agora. O futuro é um projeto e o passado já se foi. O momento presente é tudo o que temos e deve ser o principal foco da vida. Se a nossa energia estiver focada em outro tempo, há grande possibilidade de perdermos as chances que se apresentam.

3- Desconfiar dos próprios dramas. Não se leve tão a sério. Às vezes, rir de si mesmo é o melhor remédio. As dificuldades são encaradas sob uma nova perspectiva quando existe bom humor.

4- Limpar a área. Não varra a sujeira para baixo do tapete. Engolir a raiva e as mágoas é pior, pois um dia elas acabam reaparecendo, numa forma e num momento impróprios. O melhor é não deixar as divergências se acumularem, esclarecendo os fatos para que as tensões desapareçam. Um diálogo franco e tranqüilo pode ser um ótimo remédio.

5- Redigir cartas. Escreva suas mensagens de mágoa, indignação ou cobrança - o que seja -, mas não as envie. Guarde-as por alguns dias e depois as releia e decida se o destinatário merece ou não recebê-las. Isso ajuda a discernir se o problema é seu ou do outro, e pode poupá-lo de cometer injustiças e aumentar desavenças.

6- Dar um tempo. Se o trabalho ou alguém está deixando você aborrecido, saia de cena. Siga sua rotina, porém não se exponha. Assim você terá um tempo para entender suas emoções e se reestruturar para lidar melhor com a situação.

7- Cantar. Não importa onde em grupo, sozinho ou debaixo do chuveiro. Cantar ajuda a liberar emoções, além de ser um ótimo exercício respiratório e de relaxamento da musculatura corporal e da mandíbula.

8- Fazer coisas prazerosas. Realizar atividades que dão prazer apenas durante as férias ou feriados não contribui muito para uma vida feliz. É importante realizar diariamente coisas simples que dêem prazer, de preferência em benefício próprio.

9- Fazer exercícios. Escolher uma modalidade de exercícios, como dançar, nadar, correr ou caminhar. É bom lembrar que só fazemos por muito tempo aquilo que nos dá prazer. Os exercícios, praticados regularmente, estimulam a produção de endorfina, substância responsável pela sensação de bem-estar e por outros benefícios para o corpo.

10- Permitir-se mimos. Uma sessão de cinema só com as amigas, um café num lugar agradável, um domingo em que você acorda bem mais tarde, uma sessão de massagem relaxante. O importante é que esses mimos tenham o efeito de dar satisfação.

Todas essas medidas podem melhorar o ânimo e a disposição para enfrentar as situações do dia-a-dia com mais humor e prazer. Cada pessoa poderá adotar muitas outras medidas. Para isso é necessário descobrir o que provoca a sensação de reduzir o estresse. É preciso utilizar todas as ferramentas disponíveis para viver melhor com os outros e consigo mesmo.
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Período Fertil

Fonte: http://revistacrescer.globo.com

Quer saber quando em seu ciclo menstrual sua chance de engravidar aumenta??
Clique no link (AQUI) e faça o cálculo....


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Bem Interessante.

Quando não deu Certo.



Como superar um aborto espontâneo


e engravidar novamente


Fonte:
http://revistacrescer.globo.com

E, assim como na ficcção, na vida real perder o bebê nos primeiros meses da gestação é mais comum do que você imagina. A arquiteta Gisela Pedroso, 34 anos, não acreditou quando recebeu a notícia de que estava grávida. Ela não sentia enjoos, nada no seu corpo tinha mudado, mas o exame de sangue confirmava a gravidez de um mês e meio. “Comecei imediatamente a fazer o acompanhamento, mas um sangramento constante permaneceu”. Aos dois meses, cólicas e um forte sangramento determinaram que Gisela precisaria ficar de repouso. E também revelaram que a gestação era de gêmeos. “Saber que eu estava esperando a Clara e o Antonio foi maravilhoso”. Mas, na 13ª semana, Gisela sentiu uma forte dor e foi encaminhada diretamente para a ultrassonografia. Aguardei a constatação do médico, que ainda pediu uma segunda opinião. Perdi meus filhos e, com eles, a vontade de ser mãe.” De acordo com especialistas, a cada 100 gestações, 15 acabam em aborto espontâneo. É difícil suportar a dor e decidir quando e como retomar a rotina. Expressar sentimentos e compartilhar medos é fundamental para que a superação aconteça. Foi depois de sofrer dois abortos espontâneos que a professora Maria Manuela Pontes fundou a Associação de Apoio às Mulheres Vítimas de Abortos Espontâneos Projecto Artémis (em Portugal). Hoje, mãe de Vitória e Mateus, ela organizou o livro Maternidade Interrompida - O drama da perda gestacional, lançado no Brasil pela editora Ágora. São depoimentos de mulheres que tiveram a vida marcada por perdas gestacionais, mas mostraram confiança e vontade para redescobrir a felicidade em família. “A ideia do livro é revelar a outra face da perda das mães que veem um filho desejado partir”, conta Maria Manuela Assim como acontece com outras mulheres, o luto de Gisela durou vários meses. “A pressão foi enorme, não aguentamos, e meu marido e eu optamos pela separação. Aos poucos, retomei a vida e me dediquei completamente ao trabalho.” No caso dela, a vontade de ter filhos novamente veio com outro relacionamento. “Encontrei um antigo amor, nos casamos e quando completamos três anos juntos, descobri que estava grávida. Fiquei emocionada, mas o medo de que tudo acontecesse de novo era enorme.” A arquiteta conta que venceu a insegurança e decidiu curtir a gestação. “Não tive crises de choro e nem solidão, apenas curti meus enjoos e senti uma vontade imensa de preparar tudo o mais rápido possível - da decoração do quarto às lembrancinhas da maternidade. Os únicos momentos em que me sentia pequena e impotente eram às vésperas de cada ultrassom. O nervosismo tomava conta de mim e só ia embora quando eu acompanhava os batimentos daquele pequenino coração no monitor.” Manuela nasceu no dia 2 de setembro de 2008, às 7h14. “Ela veio para se tornar minha companheira inseparável. Toda a dor que senti foi curada pela felicidade de poder curtir a Manu. Não que eu tenha me esquecido do Antonio e da Clara - seria impossível - mas consegui entender que a existência deles foi breve. Hoje, não tenho traumas. Eliminei a barreira que me impedia de alcançar a maternidade e me sinto completamente pronta para, quem sabe um dia, ter mais dois, três, quatro filhos.”

Detalhes sobre a perda gestacional

Em 80% dos casos, o aborto espontâneo se dá no primeiro trimestre da gravidez - na maioria das vezes antes da sexta semana. Após uma perda gestacional, a mulher deve esperar, pelo menos, três meses para engravidar novamente. Somente depois deste período é que o organismo está apto para enfrentar uma nova gestação. O aborto espontâneo não tem uma causa específica. Alterações genéticas, hormonais ou uterinas, infecções e doenças imunológicas podem aumentar a possibilidade de uma perda gestacional. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental. “Antes mesmo de engravidar, é importante que a mulher vá ao ginecologista, verifique seu estado de saúde e trate eventuais problemas”, afirma Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Albert Einstein (SP). O ideal é que a mulher esteja o mais saudável possível quando decidir se tornar mãe. “E opte por fazê-lo em idade não avançada”, diz Yong Joo, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Camilo (SP). Apesar de os abortos serem frequentes, as gestações normais são muito mais comuns. Yong Joo enfatiza que, geralmente, os abortos acontecem isoladamente, não sendo necessária uma investigação exaustiva e desgastante, que preocupe a mulher grávida. “Costumo dizer para o casal que o sonho não se perdeu, apenas foi adiado”, completa.


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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Gravidez.



"Lado B" da gestação


Durante a maravilhosa fase da gravidez, a mulher vive inúmeras descobertas e sensações. Não podemos omitir porém, que algumas delas não são tão legais assim

Irritabilidade, dores nas mamas, cólica, acentuação da sensibilidade e mudança de humor. Você deve estar pensando que esses são os sintomas da famosa TPM (Tensão Pré-Menstrual), mas não! Eles também podem ser encontrados - juntos ou separados - no início da gestação.

Segundo o ginecologista e obstetra, especialista em reprodução humana, José Geraldo Alves Caldeira, as alterações no organismo para a recepção e formação do bebê causam mudanças físicas, psicológicas e principalmente, comportamentais. “Sentir enjoos e tonturas é típico do início da gravidez, pois, é quando o nenê ‘gruda’ no útero e começa a produção de HCG (Hormônio Coriônico Gonadotrófico), progesterona e estrógeno, hormônios responsáveis pelas formações do feto e também pelas primeiras náuseas e vômitos da grávida”, explica.

Por volta do quarto ou quinto mês é a vez da queimação, conhecida também como azia, entrar em cena. Nessa fase, a barriga está grande e todos que são próximos da gestante tendem a participar do momento de pequeno sofrimento. Os palpites e as crenças são diversos. Há até quem acredite que esse sintoma está relacionado à quantidade de cabelo do bebê, o que Caldeira discorda: “A azia, provocada pelo aumento do útero que comprime o estômago e diminui a intensidade de seus movimentos, pode ser amenizada evitando alimentos condimentados, frituras e embutidos. Fracionar a comida para não deixar períodos muito longos entre uma refeição e outra também pode ajudar.”

No decorrer dos meses, outros incômodos podem aparecer: sangramento das gengivas, inchaço, congestionamento nasal e corrimento vaginal são alguns deles. Entre vários desconfortos, as dores e o aumento das mamas, normalmente, são os mais aceitáveis, pois é o início da preparação para o ato de amamentar. Nesta fase o sono também fica comprometido. “Devido também as alterações hormonais, o sono e o cansaço são comuns”, afirma o médico.

Entre tantas transformações, as adaptações são indispensáveis, Dr. Caldeira aconselha a paciência e a participação do companheiro. “Para a mulher, a gestação é um período de grande envolvimento, tudo o que ela faz é em função da gravidez. Já os maridos, por não terem a mudança física, curtem com limites, isso provoca ainda mais a insegurança na gestante”, diz. Escolher os detalhes do quarto do bebê, acompanhar a saída da maternidade e, até mesmo, ir a uma consulta do pré-natal é tarefa para o papai e a mamãe fazerem juntos.

Pouco antes de completar os nove meses, quando o parto se aproxima, as grávidas têm a impressão de que os dias e as noites parecem infinitos. Segundo o obstetra, aproximadamente aos oito meses o bebê está grande e o espaço que ele tem é restrito. Logo, os chutes e movimentos serão bastante percebidos e podem causar dores. Além disso, o banheiro passa a ser o cômodo mais ocupado da casa. “O útero está grande e comprime o espaço da bexiga, o que faz a gestante ter a sensação de precisar urinar diversas vezes ao dia”, esclarece.

Dom especial feminino, a gravidez proporciona experiências inesquecíveis. Aproveite cada momento intensamente, pois com certeza o bebê compartilhará os carinhos e afetos. Para aliviar os sintomas gestacionais e preservar a saúde e bem-estar da mãe e do filho, as dicas são: fazer acompanhamento do pré-natal; manter dieta balanceada, rica em cálcio e praticar exercícios físicos, obviamente, com liberação médica.

Ai é só curtir!

FIQUE ATENTA ÀS QUEIXAS COMUNS

Náuseas e vômitos
Causas: Alteração e multiplicação dos hormônios.
Como amenizá-los: Fracionar a dieta, evitar cheiros desagradáveis, ver e manipular a comida. Procure ingerir líquidos nos intervalos das refeições e opte por alimentos gelados.

Azia
Causas: Digestão mais lenta e pressão intra-abdominal. Como amenizá-la: Fracionar as refeições, evitar consumir frituras,
condimentos e embutidos, e não deitar-se após a alimentação.

Tontura
Causas: Pressão baixa, característica do período gestacional e a rápida metabolização do açúcar que pode provocar a hipoglicemia.
Como amenizá-la: Fracionar a alimentação e evitar movimentos bruscos.

Dores nas mamas
Causas: Princípio para a preparação do leite materno. Como amenizá-la: Utilizar sutiãs com alças largas que deixe os seios firmes.

Sangramento das gengivas
Causas: Carência de cálcio e vitamina C no organismo. Como amenizá-lo: Cuidar da higiene bucal, realizar escovação delicada acompanhada de bochecho.

Dores nas costas
Causas: Provocada pelo aumento do peso da barriga, que muda o
eixo e equilíbrio do corpo. Como amenizá-las: Praticar exercícios físicos autorizados pelo médico e escolher posições agradáveis para acomodação.

Corrimento vaginal
Causas: É comum haver o aumento de secreção, por causa das
mudanças hormonais e mudança do ph vaginal. Como amenizá-lo: Usar calcinhas de algodão, evitar desodorantes íntimos, mas não deixe de procurar o médico para tratamento.

Inchaço
Causas: Retenção de líquido característico da gestante. Como amenizá-lo: Diminua o sal e descanse sempre com as pernas elevadas.

Obstrução nasal
Causas: A alteração dos hormônios causa um edema na membrana que reveste a mucosa das narinas. Como amenizá-lo: Inalação, respirar o vapor da água, mesmo durante o banho, e pingar soro fisiológico.

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