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terça-feira, 15 de março de 2011

Cefaléia Tensional

Exercícios físicos ajudam no combate à cefaleia tensional

Esta dor de cabeça é uma resposta do organismo às tensões e pressões emocionais

 


A cefaleia tensional é o tipo mais comum de dor de cabeça. Especialistas estimam que quase 90% das mulheres e aproximadamente 70% dos homens sofreram ou sofrerão dela em algum momento de suas vidas. 

Ao contrário da enxaqueca, que na maior parte das vezes surge durante a adolescência, a cefaleia tensional geralmente começa na vida adulta. 

A causa exata da cefaleia tensional é ainda desconhecida. Há muito tempo se acreditou que elas eram causadas por tensão muscular ao redor da cabeça e pescoço. No entanto, embora a tensão muscular possa estar envolvida, há muitas formas de cefaleia tensional e alguns cientistas acreditam que não há uma única causa para este tipo de dor de cabeça.  
Em muitos casos, os pesquisadores descobriram que pacientes com queixa de dores de cabeça frequentes, também apresentam graus variados de depressão, ansiedade e preocupação. O nome "cefaleia tensional", portanto, pode ser dito para descrever uma resposta do organismo às tensões e pressões emocionais, ao invés de apenas tensão muscular excessiva e consequente constrição das artérias do couro cabeludo, como já foi amplamente presumida. 

O bruxismo (ranger os dentes), também propicia a cefaleia tensional, por provocar uma contração crônica do músculo temporal. Outras causas incluem: a fadiga ocular, má postura, cansaço, uso de álcool, fumo excessivo, uso excessivo de cafeína, sinusite, congestão nasal, esforço excessivo, resfriados e gripes. 

Geralmente, ela começa no período da tarde ou da noite de um dia estressante. Com duração entre uma e seis horas. Ela costuma se apresentar como uma dor de cabeça com pressão na base do crânio ou em uma "faixa" , de intensidade leve a moderada, com uma sensação de tensão nos ombros e na parte traseira do pescoço. 
Ao contrário da enxaqueca, a dor tende a ser de ambos os lados da cabeça e não é agravada pela atividade de rotina. Ao contrário da enxaqueca, habitualmente, não existem outros sintomas. Apesar destas diferenças, é sabido que as pessoas com cefaleia tensional regular, muitas vezes, têm enxaqueca coexistente. 

E como podemos combatê-la? 

O exercício físico regular, técnicas de controle do estresse, acupuntura, shiatsu, pilates, alimentação equilibrada e fazer pausas regulares das telas de computador e do trabalho são algumas maneiras de ajudar a reduzir a cefaleia tensional. 

No entanto, se as dores de cabeça se tornarem mais intensas ou se estiver fazendo uso de analgésicos regularmente, é hora de consultar um médico. 

quinta-feira, 10 de março de 2011

Moda x higiene íntima

Link:
http://www.atmosferafeminina.com.br
Essa é para as fãs de jeans justíssimo e calcinha de elastano: segundo o Guia de Condutas sobre a Higiene Genital Feminina, lançado pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), essas peças tendem a prejudicar a ventilação e irritar a região íntima. Com isso, o pH, que é o termômetro da saúde vaginal, é alterado, o que favorece a proliferação dos fungos causadores da candidíase e da vulvovaginite, uma inflamação na vulva. “Esse tipo de roupa ainda faz com que os ovários, as trompas e o útero recebam menos irrigação sanguínea, o que pode interferir na fertilidade”, alerta o ginecologista Hércules Oliveira, membro da Sociedade Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia.

Segundo ele, no guarda-roupa ideal saem os jeans strech e os modelos que você tem que deitar na cama para conseguir fechar o zíper e entram as calças saruel e as croppeds, que são mais soltinhas na cintura e no cavalo. “Já as calcinhas de elastano ou qualquer outro tecido que dificulte a ventilação devem ser usadas por pouco tempo ou, melhor ainda, substituídas pelas versões confeccionadas em algodão. O mesmo cuidado vale para as meias-calças”, completa Hércules Oliveira. 

Para quem não abre mão da lingerie sexy, o médico orienta para ficar ainda mais atenta à higienização genital, dormir sem calcinha e trocá-la pelo menos uma vez ao dia caso não consiga se lavar depois de ir ao banheiro ou se tiver corrimento excessivo. 

Dica do especialista: “Para lavar a calcinha, use apenas sabão neutro ou de coco, dispense a água sanitária e o amaciante e enxágue muitíssimo bem. Isso porque esses produtos deixam resíduos no tecido que podem provocar uma infecção conhecida como vaginite química, que causa coceira e desconforto.”

Saiba mais: www.dermacydteen.com.br

Desculpas




 


Pedindo desculpas pela ausência........
mas me comprometo a estar por aqui e atualizar o blog!!!

beijinsssss

Bem Estar....

Não sei se vc ja assistiram o programa Bem Estar, que passa as 10 da manhã na rede globo??? Tem matérias interressantes e boas pra tirar suas dúvidas...