
Que a magia da noite de Natal
transforme todos os seus sonhos
na mais bonita realidade e
que o Ano Novo seja cheio
de Paz,
Saúde
e Prosperidade.
São os votos
Consultório Dr. Alexandre de Castro Robles
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Postarei aqui textos interessantes que busquei na net e gostaria de compartilhar. Espero que seja de alguma forma útil.
Fonte: http://www.clicrbs.com.brSurge um alívio para as mães que trabalham fora e se sentem culpadas por passarem maior parte do dia longe dos filhos. Estudo divulgado pela Universidade Columbia, de Nova York (EUA), mostra que o trabalho materno não afeta significativamente a evolução da capacidade de aprendizagem e dos laços afetivos com as crianças. O motivo? A qualidade do tempo investido com os pequenos tem mais importância do que a quantidade.
A pesquisadora Wen-Jui Han, uma das autoras do estudo, alerta que ficar o tempo todo em casa não necessariamente significa dar atenção às necessidades dos filhos.
— Vários aspectos fazem a diferença: a sensibilidade das mães aos sinais e aos questionamentos da criança, a interação familiar (como o uso de voz suave ou ríspida na hora de conversar), a saúde mental da mãe (como estresse ou depressão), a qualidade dos cuidados que o pequeno recebe, a capacidade de os familiares serem capazes de prover um ambiente cognitivamente estimulante — explica.
Para a psicopedagoga Flávia Della Giustina, pequenas atitudes podem ajudar a deixar pais e filhos mais próximos. Uma simples ligação para perguntar como as crianças estão e orientá-las nas atividades e responsabilidades que têm em casa já faz diferença. Desse modo, segundo a especialista, os filhos percebem que a distância não é um indício de que a mãe não se importa com eles, mas é uma questão apenas circunstancial.
Primeiro ano - Um alerta que vem da pesquisa da Universidade Columbia são “suaves perdas” no desenvolvimento cognitivo da criança quando a mãe volta a trabalhar no primeiro ano de vida do filho. No entanto, não é o trabalho em si o culpado, adverte Wen-Jui Han.
— O que acontece é que mães que voltam ao trabalho nesse período estão muito mais suscetíveis a ficarem estressadas, por ter de lidar tanto com as responsabilidades do trabalho quanto com as da família — explica a pesquisadora.
Além disso, ela ressalta que o emprego materno após o primeiro ano tende a ter efeitos positivos no desenvolvimento infantil, em termos gerais.
— Uma profissão dá a qualquer indivíduo o senso de realização, particularmente quando envolve tarefas mais desafiadoras e que permitem às mães usar sua capacidade intelectual. As mulheres, por sua vez, trazem essa capacidade intelectual de volta para casa quando interagem com suas crianças — ressalta.
Como participar da rotina dos filhos
- Converse com eles e demonstrar interesse sobre como passaram o dia
- Ajude nos deveres de casa
- Ajude na arrumação do material escolar, olhando o recado que os professores mandam na agenda e avaliando o estado dos livros e cadernos da criança
- Aproveite o fim de semana para sair e brincar
- Quando passar muito tempo longe de casa, ligar para a criança para saber como ela está e o que ela está fazendo
- Quando tiver tempo livre, acompanhar a criança nas atividades que ela faz
- Dentro de casa, procurar ser atenciosa, compreensiva e sensível às demandas do filho
Fontes: psicopedagoga Flávia Della Giustina e psicóloga Tássia Raquel da Silva
Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br
Para as mamães que são antenadas, e mesmo com um barrigão, querem estar na moda e se sentirem bem, o Guia do Bebê preparou algumas dicas de roupas bacanas para usar nas festas de final de ano.
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Nem pense em repetir aquele vestidinho que você usou a gravidez inteira, afinal, ninguém mais aguenta te ver com ele. E Natal e Réveillon são ocasiões super especiais que merecem uma produção à altura.
Em primeiro lugar, procure uma roupa própria para gestante. Comprar um vestido dois números maior só vai te deixar parecendo maior do que realmente está. As roupas de gestante têm um corte especial para acomodar a barriga e valorizar outras partes do corpo, evitando aquela velha pergunta: “será que ela está grávida ou só engordou?”.
O segundo passo é escolher o estilo de roupa que vai usar para estar de acordo com a festa. Se for passar a virada de ano na praia, esqueça os brilhos e opte por um vestidinho bem à vontade, mas cheio de charme, ou um shorts com uma bata bem linda. Se pretende caminhar na areia e pular ondas, evite calças e maxi vestidos, que podem arrastar na areia e tirar sua liberdade de movimento.
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Os vestidos longos estampados estão super em alta e são uma ótima opção para festas com o clima mais descontraído, tanto para o Natal quanto para o Réveillon. Estampas florais amplas, geométricas, tié dyes e listras estão na moda e deixam a roupa bem alegre e casual. Esses vestidos podem ser encontrados em malha, algodão e até em seda, que deixa o caimento mais leve e chique.
Tome cuidado com o tecido da roupa. Apesar do clima estar bem imprevisível ultimamente, as noites de fim de ano costumam ser quentes. Opte por tecidos leves, que deixam a pele respirar, e de toque macio.
A cartela de cores esse ano é extensa. Vão desde as cores mais básicas como branco, caqui e nude, até as mais fortes como azul, verde e marinho. Para quem está uns quilinhos acima do peso e tem dúvidas sobre optar pelo branco na noite de réveillon, a diretora da grife Maria Barriga, Flávia Lemes da Cunha, dá sua opinião. “Acho o branco uma cor linda e universal e mesmo se a cliente estiver mais cheinha e gostar, deve usar. Mas há cores que podem diminuir um pouco a silhueta como caqui, bege, azul marinho e verde folha”.
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Um excelente truque para as mulheres grávidas é usar decotes que valorizem o colo, tirando a atenção da barriguinha, como os decotes canoa, em U ou em V. A grande vantagem é que você pode ainda usar colares e brincos, que vão te deixar mais feminina e realçar o rosto.
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Aliás, os acessórios são um excelente aliado. Abuse de lenços, faixas, pulseiras, tiaras, bolsas, sapatos coloridos e tudo que possa complementar seu visual.
Não esqueça que conforto é tudo. Evite peças que apertam a barriga, repuxam ou te deixam preocupada porque não acomodam direito o seu seio, que está maior que o normal. Uma roupa desalinhada e desconfortável pode acabar não só com o seu visual, mas com a sua festa.
Fotos: Maria Barriga - www.mariabarriga.com.br
Paula Ramos Franco

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br
Aquela mulher que adora tomar um sorvete cremoso sem medo de engordar tem menores riscos de ter dificuldade para engravidar. Que coisa boa. Portanto, futuras mamães pensem na possibilidade de trocar o leite integral pelo sorvete pelo menos duas vezes por semana.
Esse pedido tem como base um estudo feito em Harvard, Estados Unidos, coordenado por Jorge Chavarro, co-autor do livro "A Dieta da Felicidade". A pesquisa acompanhou por oito anos mais de 18 mil mulheres entre 24 e 42 anos.
A cada dois anos essas mulheres respondiam a um questionário com perguntas sobre o que comeram e a frequência com que acontecia, se tentaram engravidar e quais as dificuldades encontradas.
O resultado foi que mulheres que consumiam menos de uma vez por semana produtos desnatados aumentavam em 85% as chances de ovular em relação às mulheres que consomem esses produtos diariamente.
Já as mulheres que ingeriam sorvete (alto teor de gordura) duas vezes por semana tiveram 38% menor risco de infertilidade em comparação às mulheres que consomem só uma vez por semana.
O risco de infertilidade em mulheres que consomem alimentos integrais uma vez por dia cai 22%.
Por que isso ocorre? - A explicação dos pesquisadores é de que a gordura do leite tem substâncias que melhoram o funcionamento dos ovários.
"Não é para ir como uma louca e começar a ingerir sorvete e produtos integrais três vezes por dia", disse o coordenador. "Mas é possível ter uma dieta saudável, equilibrando baixa ingestão de gordura saturada e elevado teor de gordura dos produtos lácteos", informa Jorge Chavarro.
Dicas
Se você tem problemas com peso, procure um especialista como um nutricionista e faça uma dieta equilibrada com alimentos que goste.
Sorvete diet ou light não vale! Para ter a gordura que aumenta a ovulação tem que ser sorvete integral.
Complemente sua dieta com atividades físicas.
Bruno Rodrigues

O peso do bebê é uma preocupação constante no dia a dia da mamãe. “Será que ele comeu bem?”, “Esse meu bebê parece muito fraquinho”, “Mamou tão pouquinho.” São questionamentos que as mamães fazem regularmente. Algumas dicas simples sobre a alimentação dos bebês podem responder as diversas interrogações na mente dos pais.
Saiba uma verdade que se não bem informada deixa as mamães de cabelo em pé: o bebê pode perder até 10% do peso de nascimento na primeira semana de vida.
Isso porque o bebê dentro da barriga não fazia esforço nenhum e assim que nasce precisa sugar, chorar, regular a temperatura do corpo e tudo mais que o bebê faz, aliada à descida do leite da mamãe, que pode demorar alguns dias para descer ou mesmo regular a quantidade de leite que o bebê precisa.
Um mito que é muito conhecido é que o bebê não engorda porque o leite da mãe é fraco. NÃO existe leite materno fraco. Cada mãe produz o leite que seu bebê precisa e na quantidade certa. O organismo da mulher só precisa regular a quantidade de leite nos primeiros dias depois do parto.
O mito do leite fraco provavelmente apareceu quando algumas mães não posicionavam a pega do bebê ao bico adequadamente ou simplesmente ofereciam somente o primeiro leite que é mais aguado. Explicaremos melhor isso.
Para ficar bem claro o que é a “pega do bebê”. Se o bebê abocanha somente o bico da mamãe não conseguirá retirar muito leite do seio materno, pois essa não é a forma adequada. Além disso, provavelmente o bebê causará ferimentos no bico e perda de peso. As bolsinhas que guardam o leite ficam posicionadas por baixo de toda a aréola do seio e, portanto, o bebê deve abocanhar toda a aréola da mamãe para que o leite saia de maneira adequada e sustente o bebê.
Segunda explicação: primeiro leite é mais aguado. A fonoaudióloga Jamile Elias explica que logo que o bebê começa a sugar é retirado o leite materno que é mais rico em água. Por isso se diz que o bebê nos seis primeiros meses de vida não precisa nem de água. Só de leite materno.
Depois de um tempinho, o leite que é retirado (tão logo saiu o leite mais aguado) é um leite mais rico em gordura, que sustentará e dará peso ao bebê.
Neste caso, o ideal é que o bebê esvazie um peito, pois assim ele terá o leite aguado (normal ao sair logo de começo), além do mais rico um gordura, que vem depois. Se ele beber um pouquinho de um peito e um pouquinho de outro, a probabilidade é que ele beba basicamente o leite “aguado”.
O certo é colocar o bebê em um peito e deixá-lo esvaziar e só depois oferecer o outro. Desse jeito a mamãe garante que o bebê retire do peito o leite anterior, rico em água, e o posterior, rico em gordura.
Fome – Um caso típico. O bebê é colocado no berço e não demora muito para começar a chorar de fome. A mamãe pensa que o leite é fraco. Erro dela. Pois ela pode ter oferecido apenas o leite rico em água, sustentando bem pouco o bebê que chora logo de fome e pode perder peso.
O bebê pode mamar quanto quiser, mas um bebê que fica quase uma hora no peito pode perder mais peso que um bebê que fica apenas dez minutos. Por que isso acontece? O bebê que perde peso mesmo ficando muito tempo pode estar abocanhado de maneira incorreta ou fazendo o peito de chupeta. Isso gera um grande esforço e perda de calorias. Consequentemente ele perde peso.
Já o bebê que mama apenas dez minutos e ganha peso deve fazer a pega corretamente, mamar todo o leite anterior e posterior e ficar satisfeito, não fazendo mais esforço do que precisa.
Fique atenta, mamãe, a todas as informações, mas não acredite em tudo que te falam. Pergunte sempre ao especialista o que é correto e siga as orientações sem “encucar” com os mitos.
Dicas
Verifique a quantidade de xixi que seu bebê faz. Se fizer sempre e em boa quantidade quer dizer que o pequeno está mamando bem. Preocupe-se se faz pouco ou não faz xixi.
O bebê deve ganhar em média 30 gramas por dia por isso a ida ao pediatra periodicamente é importante.
Tente não escutar as opiniões de como o bebê ganhar peso de mãe, sogra, vizinha ou qualquer pessoa que te deixam confusas. Tire suas dúvidas com quem entende como o pediatra.
Bruno Rodrigues

Especialista explica por que os pais devem levar as queixas dos filhos a sério.
Que as crianças fazem de tudo para chamar a atenção dos pais, ninguém duvida. Mas, e aquele menino que acorda chorando no meio da noite, reclamando de dor na perna? Ou aquela garotinha de seis anos que sequer consegue pegar no sono por conta do mesmo problema? De acordo com o ortopedista Lafayette Lage, especialista em Medicina Esportiva e cirurgias de quadril, 15% das crianças sofre de dor de crescimento.
Não se trata de uma doença, mas de uma condição que acomete crianças em fase de crescimento, a partir dos três anos de idade. Como a freqüência da dor pode variar de uma pessoa para outra, há desde aquelas crianças que mal conseguem participar das aulas de educação física na escola, até as que sofrem mais no período noturno, diz Lage.
O especialista explica que a dor de crescimento geralmente acomete as duas pernas. Crescer não dói, mas pode provocar dor ao final do dia, depois de a criança ter corrido, pulado e praticado esportes, dependendo de seu sistema músculoesquelético. Nesses casos, recomendamos diminuição das atividades esportivas enquanto acompanhamos o caso.
Lafayette Lage diz que quando os pais percebem que a reclamação de dor é freqüente, persistente, se estende do início da noite ao começo da manhã do dia seguinte, devem desconfiar de que não se trata apenas de manha. O ideal é procurar um ortopedista bem recomendado, principalmente se a dor for acompanhada de inchaços, vermelhidão ou formigamento.
Os pais podem ajudar
Segundo o ortopedista, os pais podem contribuir para atenuar a dor e permitir um sono mais tranqüilo para todos os familiares. Esfregar suavemente o local, como uma massagem terapêutica, pode ter bons resultados. Durante o dia, também é recomendável a criança alongar os músculos dos membros inferiores, contando com supervisão de um adulto. Episódios de dor mais intensa exigem prescrição de analgésicos, mas sempre com suporte médico.
Dr. Lafayette Lage, médico ortopedista, especialista em Medicina Esportiva e cirurgias de próteses e quadril, diretor da Clínica Lage Ortopedia de Ponta.

WASHINGTON, 9 dez 2010 (AFP) -
Os cientistas descobriram um método para conhecer tudo sobre o perfil genético de um feto graças a uma simples amostra de sangue da mãe, segundo estudo publicado pela revista americana Science Translational Medicine.Até o presente, os métodos mais confiáveis para detectar anomalias genéticas potenciais nos fetos representam um risco para a criança por nascer porque obrigam os médicos a retirar tecidos do feto perfurando o útero.
Estas técnicas, entre as quais figura a amniocentese habitualmente muito realizada, representam um dilema para as grávidas, em particular as de idade avançada, a quem se aconselha este teste, já que elas apresentam mais riscos de ter um filho vítima da trissomia 21.
Mas, segundo os pesquisadores de Hong Kong, autores do estudo, o genoma completo do feto pode ser identificado no sangue da mãe.
Segundo eles, o DNA do feto constitui cerca de 10% do plasma sanguíneo da mãe, o resto pertence a esta última.Mas dado que as moléculas do DNA estão fragmentadas no plasma, era difícil identificar quais pertenciam ao feto e quais pertenciam à mãe.
O principal autor do estudo, Dennis Lo, e sua equipe descobriram em 1997 que o DNA do feto "flutuava" no sangue da mãe, e os laboratórios utilizaram desde então essa técnica para investigar anomalias genéticas.Mas deviam limitar sua pesquisa a uma doença ou característica genética particular de cada vez.
Os últimos trabalhos dos pesquisadores permitiram isolar as características genéticas do feto, e depois compará-las com as da mãe e do pai..
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"Eu sempre gostei de mulher. Mas um dia descobri que eu não sabia o que era isso: mulher. Nem isso: gostar.Aconteceu quando eu fiquei grávido. Engravidei, óbvio, de uma menina.Imagino que não deva ser surpresa para você: homens também engravidam. A gravidez masculina não só existe, como é necessária. Mulheres nascem mães, homens viram pais. Sem a gravidez eles são apenas dispersores de sementinhas.Como não poderia dexiar de ser, a gravidez masculina tem muitas e importantes diferenças da feminina.Para começar, a gravidez do homen é com a criança ao ar livre. Começa no exato momentos em que a criança nasce: ao sair da mãe, ela começa a entrar no pai. E a crescer dentro dele, dia-a-dia.Nos primeiros meses, o homem perde a noção de tempo, deixa de ter a idade que tem e passa a ter a idade de quando ela, a criança, tiver 18, por exemplo.O tempo é o tempo dela. A casa, sua casa, também deixa de ser sua. É como se ganhasse uma placa na porta - 'sob nova direção'.Naturalmente essas mudanças espaciais e temporais provocam algumas vertigens, leves enjoos, sintomas típicos do início da gravidez. E desesjos estranhos, mas esses os homens sempre têm, grávidos ou não.Então um dia a criança descobre que o pai existe. E sorri (quem diria, a mulher mais linda do mundo é banguela!). Nessa fase você começa a engordar, inflar é melhor. Mais tarde ela diz 'papa'...Você liga para a sua sogra (para sua sogra!):ela falou papai... Na verdade era 'papa', 'papinha', 'comida', mas você só saberá disso anos mais tarde.Tarde demais.Quando ela começa a andar, você cai de quatro, relinchando, e ela aprende a montar - dois dentes rindo. E é só você se distrair que sua bolsa (e normalmente o bolso também) estoura: ela descobre a vida, o mundo, as viagens. É hora do parto. Mas essa já é outra história.(...)"
Fonte: http://www.knorr.com.brPirâmide alimentar: leite e derivados; carnes e ovos; leguminosas. Somando tudo isso, devem reunir de 15 a 20% das calorias totais do cardápio diário. (Conheça os segredos da pirâmide alimentar). Só por aí, já dá para notar a importância que as proteínas têm na alimentação. A responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella, ressalta o papel desse nutriente.
As proteínas obtidas através dos alimentos desempenham diversas funções no organismo. Elas estão envolvidas na reparação do tecido corporal, na formação de enzimas, hormônios, anticorpos, no transporte de triglicérides, colesterol e vitaminas pelo corpo , lista. Isso tudo sem falar da energia que elas oferecem para mantermos o esqueleto em pé. A cada grama de proteína, você pode contar com a energia de 4 calorias a mesma quantidade fornecida pelos carboidratos.
Ou seja, cortando esse nutriente do cardápio, você vai causar um rebuliço no seu organismo. As proteínas participam de processos metabólicos importantes. Sem elas, as funções dos aminoácidos podem ficar comprometidas , alerta Roberta.
Por dentro das proteínas
A especialista explica que as proteínas são estruturas químicas que contêm carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio em sua composição. A mistura de tantos ingredientes garante o sucesso das atividades que elas desempenham no nosso corpo. Colágeno e queratina, responsáveis pela composição dos cabelos e das unhas, são exemplos de proteínas naturalmente presentes na nossa constituição física.
Já o time obtido pela alimentação é sintetizado de várias formas. Os vegetais produzem o nutriente a partir do nitrogênio encontrado em substâncias presentes no solo. As leguminosas extraem o gás do ar atmosférico, contando coma ajuda de bactérias presentes em suas raízes para que ele seja metabolizado. Os animais, por sua vez, obtêm as estruturas necessárias para formação das proteínas a partir de outros alimentos (tanto os de origem animal, quanto dos de origem vegetal).
O que são aminoácidos?
Quando ingeridas, as proteínas são quebradas em pequenas estruturas, que levam o nome de aminoácidos , esclarece a especialista do Minha Vida. Juntos no organismo, os aminoácidos formam outras proteínas, que farão parte das enzimas, dos hormônios, das hemoglobinas, das vitaminas, dos transportadores e de muitas outras substâncias.
Essenciais para a produção de novas proteínas, os aminoácidos se dividem em três tipos: indispensáveis, dispensáveis e condicionalmente indispensáveis.
Na lista dos indispensáveis, encontram-se treonina, triptofano, histidina, lisina, leucina, isoleucina, metionina, valina, fenilalanina. Todos eles já são produzidos pelo organismo, porém, em quantidade insuficiente. Para suprir essa necessidade, eles precisam ser obtidos pela alimentação. Já os dispensáveis são aqueles que somente o organismo se encarrega de produzir. Entre eles estão alanina, ácido aspártico, asparagina, ácido glutâmico e serina.
O time composto pela arginina, cisteína, glutamina, glicina, prolina e tirosina compõem os aminoácidos condicionalmente indispensáveis. Isso significa que, quando a síntese feita pelo organismo não é suficiente, eles precisam ser obtidos através dos alimentos, diariamente. Confira, a seguir, o desempenho de cada aminoácido no organismo.
Todos eles estão presentes em alimentos ricos em proteínas, como carnes, leite, abacate, abóbora, feijão e soja:
Triptofano: participante da produção da vitamina niacina e do neurotransmissor serotonina, responsável pela sensação de bem-estar.
Metionina: um dos responsáveis pela fabricação de compostos como colina e carnitina, esse aminoácido ajuda na formação de tecidos do corpo.
Fenilalanina: dá origem à tirosina e, juntas, produzem a tiroxina e a epinefrina.A tirosina está envolvida na formação do pigmento da pele e dos cabelos.
Arginina e citrulina: fazem parte da formação da uréia no fígado. Glicina: se alia a substâncias tóxicas transformando-as em substâncias não-prejudiciais à saúde e que, depois da união, são excretadas pelo organismo
Histidina: aminoácido formador da histamina, que causa a dilatação dos vasos sangüíneos.
Glutamina: o aminoácido mais abundante no plasma e nos músculos.
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Por volta dos 50 anos, o corpo da mulher começa a se preparar para o fim da fertilidade. Os ovários vão gradativamente deixando de produzir hormônios como o estrogênio e a progesterona até perderem a capacidade de funcionar. Com a chegada da menopausa, é preciso fazer algumas adaptações no cardápio diário.
Manter uma alimentação equilibrada pode fazer toda a diferença e até aliviar os sintomas da menopausa, causadores de grande desconforto. As mulheres também devem ter muito cuidado com o excesso de peso nesta fase.
Entre as principais dicas de como dever ser a alimentação na menopausa está consumir alimentos específicos para suprir a falta de cálcio causada pela redução do hormônio estrógeno.
A dieta na menopausa deve conter mais alimentos ricos em cálcio e menos alimentos que contém sódio. Portanto, a dica é consumir pouquíssimos salgados e abusar dos derivados do leite (principalmente nas versões semidesnatada e desnatada), queijos brancos, peixes, couve, acelga, brócolis e nabo.
Com o fim da menstruação, a perda de ferro do organismo diminui e por isso, as mulheres com mais de 50 anos podem diminuir o consumo de carnes vermelhas e dar preferência para as carnes brancas.
Outra boa dica é procurar alimentos ricos em fibras e sem gorduras vegetais. O azeite de oliva, a linhaça, os derivados da soja e grãos como a lentilha e o feijão também são grandes aliados.
Nas dicas alimentares para menopausa entram ainda as frutas e verduras e alimentos diuréticos, como abacaxi, a alface, o pepino. Café, refrigerantes, alimentos estimulantes e bebidas alcoólicas devem ser evitados. Eles causam irritabilidade, ansiedade, insônia e interferem na absorção do cálcio, provocando enfraquecimento dos ossos.