Seja Bem Vindo


sexta-feira, 30 de julho de 2010

Farinha de feijão branco aumenta a saciedade

Farinha de feijão branco aumenta a saciedade, mas consumo deve ser moderado

Fonte: site: www.minhavida.com.br

Rico em fibras e proteínas, ele é um aliado da sua dieta

As propriedades do feijão branco colocaram este alimento na lista dos mais procurados por quem quer perder peso ou enfrenta uma dieta restritiva. Mas porque esse alimento ganhou fama tão repentina? Sua farinha promete favorecer o emagrecimento e a redução dos níveis de açúcar no sangue. "A responsável é a proteína presente nesse feijão, a faseolamina, que inibe a absorção de glicose (amido) pelo organismo, sendo importante para o controle do diabetes", explica a nutricionista Renata Ramos, da Universidade Unisinos.

Entretanto, por ser uma proteína, a faseolamina é desnaturada quando cozida. Sendo assim, para aproveitar ao máximo os benefícios desse alimento, a melhor maneira de consumi-lo é na forma de farinha. Para obter essa consistência, após lavar e secar o feijão, bata-o no liquidificador, peneire e conserve em geladeira.

Emagrece mesmo?

Os benefícios da farinha de feijão branco para a dieta estão relacionados, principalmente a quantidade de fibras que carrega. "As fibras são parte essencial do bom funcionamento do intestino e ajudam a dar uma maior sensação de saciedade, importante para o emagrecimento", explica a nutricionista da Unisinos, no Rio Grande do Sul. Além da farinha, Renata defende o consumo de todos os tipos de feijões, pois são ricos em fibras. "O feijão é uma das principais fontes de fibras encontrada no cardápio da dieta popular do brasileiro". "Considero o feijão melhor do que a soja, pois, apesar de não possuir as isoflavonas, ele é mais versátil e já caiu no gosto do brasileiro".

Sem exagero

Mas até com esse alimento nutritivo é importante ter moderação. O ideal é que o preparado da farinha de feijão branco não seja consumido durante tempo indeterminado; a nutricionista recomenda uma ingestão por, no máximo, 30 a 40 dias e de apenas uma colher de café antes do almoço, diluída em uma pequena quantidade de água. "Isso porque o feijão cru tem toxinas, que em grandes quantidades podem ser prejudiciais à saúde, causando diarreias", diz Renata. Há pessoas que relatam ter tido um aumento das flatulências depois que começaram a ingerir a farinha". Outro ponto a ser observado por quem tem tendência a gases. Confira abaixo uma tabela comparativa entre o feijão branco e o carioquinha e algumas receitas à base de feijão branco sugeridas pela especialista.

Feijão branco cozido com sal
Feijão carioca cozido com sal
Nutrientes Valor por 100 g Nutrientes Valor por 100 g
Calorias 140kcal Calorias 151kcal
Proteínas 8,23g Proteínas 5,54g
Lipídeos 0,62g Lipídeos 5,15g
Fibras 10,5g Fibras 5,5g
Ferro 2,36g Ferro 1,99g
Sódio 237mg Sódio 422mg
Colesterol 0mg Colesterol 5mg

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Na hora do parto


Pai na sala de parto


Fonte: site: Revista Crescer

Ter o pai do bebê ao seu lado na hora do nascimento parece inquestionável,

mas não para alguns pesquisadores ingleses, que afirmam que o homem,

quando nervoso demais, pode prejudicar o trabalho de parto e deixar

a grávida ainda mais ansiosa.

Como, então, prepará-lo para o grande dia?

Quanto mais consultas ele for durante a gestação, melhor. Além de saber

mais sobre o desenvolvimento do bebê, vai se sentir mais

próximo do seu médico. No dia do nascimento é importante que ele

tire todas as dúvidas antes da hora H. De qualquer modo,

avise uma das pessoas da equipe médica para assumir

o comando das fotos caso seu companheiro não consiga registrar

o momento, seja por estar muito emocionado

ou porque, de repente, sentiu-se mal.

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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Durma como um bebê


Fonte: site: revistacrescer.globo.com

Ter uma boa noite de sono parece ser coisa do passado? Para ajudar você, preparamos um guia com os problemas mais comuns na hora de dormir em cada trimestre da gestação e a solução para todos eles.

Todo mundo fala sobre a velha máxima de que grávidas sentem mais sono e que é preciso aproveitar para descansar durante a gestação porque, depois que o bebê nascer, você vai dar adeus às noites bem dormidas. Mas ninguém conta que você pode ter, sim, dificuldade para dormir na gravidez, ainda que nunca tenha sofrido com isso. Um estudo da Faculdade Norte-Americana de Obstetrícia e Ginecologia, de Chicago, que avaliou o sono de 189 gestantes, mostrou que os problemas na hora de dormir podem piorar com o passar dos meses de gestação. A ansiedade, somada às mudanças hormonais e físicas, é a grande vilã.

Com a ajuda de especialistas, CRESCER selecionou as situações que mais tiram o sono das grávidas e traz soluções práticas para cada uma delas. Para facilitar ainda mais, dividimos as dicas por trimestre. E, se os sonhos são parte das suas queixas, agora você vai entender o que eles significam. Nós também adiantamos a solução para o próximo desafio: o “quarto trimestre”, quando você vai reaprender a dormir com um bebê em casa.

Primeiro trimestre: muito sono durante o dia

O início da gravidez é marcado mais por mudanças hormonais do que por físicas, já que o bebê ainda é menor que um grão de feijão, e seu corpo trabalha a mil para garantir o bom desenvolvimento do feto. Esse esforço extra pode deixar você cansada e sonolenta, enquanto a brusca variação hormonal vai trazer insegurança e ansiedade, o que pode prejudicar – e muito – as suas noites de sono.

Enjoo

Não, eles não são comuns apenas pela manhã. Podem aparecer à noite também. O principal culpado é o hormônio progesterona, que desacelera os movimentos gastrointestinais. A comida permanece no estômago por mais tempo e se move lentamente pelo sistema digestivo.

Solução: Faça uma refeição leve para facilitar a digestão e jante mais cedo. Se você comia às 21 horas, adiante para as 19h30. Deixe os alimentos gordurosos ou muito temperados de lado. Chocolates podem causar refluxo. Pouco antes de dormir, se tiver fome, coma bolachas salgadas. Deixe mais algumas no criado-mudo, ao lado da cama, caso você acorde enjoada.

Ronco

A retenção de líquido (e o inchaço) pode dificultar a respiração. As narinas ficam mais inchadas e o espaço para o ar diminui. Essa mudança pode causar ronco durante a noite.

Solução: Beba muita água durante o dia para melhorar a circulação e ponha menos sal na comida. Assim você evita a retenção de líquido e, por consequência, o inchaço. Outra indicação – que é boa para a vida toda – é fazer drenagem linfática duas vezes por semana. Converse antes com o seu obstetra.

Medos

Os que aperecem no começo da gravidez, como sofrer um aborto espontâneo, são os responsáveis pela falta de sono à noite. Mesmo quem fica muito sonolenta de dia (neste caso, tire uma soneca, se for possível), pode sofrer de insônia mais tarde.

Solução: Faça uma atividade física logo pela manhã. Ela ajuda a despertar durante o dia. E, à noite, procure relaxar. Escute uma música que você goste bastante e que traga boas lembranças, tome um banho morno, deite e leia um livro ou veja um filme – romances, nada de drama ou tragédia.

Segundo trimestre: equilíbrio hormonal

Você vai se sentir melhor. A fase crítica dos enjoos e azias já passou e a produção de hormônios se estabilizou. Aquela ansiedade sem fim que você tinha também diminui porque agora você sente o bebê mexer e sabe, por meio de exames, que ele está crescendo e se desenvolvendo com saúde.

Câimbra

Infelizmente, elas começam agora e aumentam progressivamente até o fim da gravidez. As causas são a falta de minerais, como cálcio e potássio, e o comprometimento da circulação. É comum ter crises durante a noite, como dor na panturrilha.

Solução: Inclua alimentos ricos em cálcio e potássio na sua dieta, como leite, e derivados, tomate e, claro, bananas. Anote essa receita do suco anticâimbra: bata duas fatias de melão no liquidificador, junte meia banana e bata mais um pouco até ficar cremoso.


Se você não consegue deitar sem tomar uma bebida quente, faça um chá, como de erva-doce ou camomila – é delicioso e tem propriedades relaxantes.


Falta de ar

Como o bebê está crescendo, o aumento do tamanho da barriga e do útero podem comprimir a região do diafragma e causar dificuldade para respirar. E deitada é ainda maior.

Solução: Não existe um método infalível. O segredo é manter a calma e controlar a respiração. Quando sentir falta de ar, sente-se na cama, respire devagar pelo nariz e solte o ar pela boca. Faça isso por cinco minutos. Se for preciso, dê uma volta pela casa, abra uma janela e inspire o ar.

Síndrome das pernas inquietas

É uma sensação incômoda que provoca uma irresistível vontade de mexê-las. Os sintomas vão se acentuar durante a noite, quando você estiver deitada. A síndrome está ligada à ansiedade e, na maioria das vezes, costuma passar depois do parto.

Solução: O segredo é relaxar antes de dormir. Faça uma automassagem nas pernas, com movimentos verticais do peito do pé em direção ao quadril. Use um creme ou óleo para a mão escorregar com mais facilidade.

Terceiro trimestre: noite interrompida

Esses são os meses mais difíceis. Achar uma posição para dormir vai exigir paciência e as dores nas costas aumentarão. Em compensação, começou a contagem regressiva para ter seu bebê nos braços.

Falta de posição para dormir

É como um jogo. Deitar de bruços não dá mais, com a barriga para cima a sensação de falta de ar é frequente e do lado direito os médicos não indicam porque você pode comprimir a veia cava, principal responsável pela circulação de sangue do corpo.

Solução: Deixe a veia cava livre para trabalhar e se acostume a deitar do lado esquerdo. A circulação flui melhor e evita o ronco. Use travesseiros a seu favor. Coloque um entre as pernas, outro fininho embaixo da barriga para apoiá-la e mais um nas costas – pedir ajuda para montar esse esquema é providencial.

Dor nas costas

É preciso apelar para a física para explicar por que suas costas podem doer! O que acontece é uma mudança do centro de equilíbrio do corpo. Conforme o útero se amplia, as costas são projetadas para trás e a barriga, para frente.

Solução: Tome um banho longo e deixe a água morna escorrer bastante pelas costas. Acupuntura pode minizar os sintomas também. Mas primeiro converse com seu médico e procure um profissional credenciado à Associação Brasileira de Acupuntura.

Idas ao banheiro

Quem corria para o banheiro muitas vezes vai ter que ir ainda mais. O peso do útero sobre a bexiga provoca muita vontade de fazer xixi, e ela não desaparece à noite...

Solução: Evite tomar líquido duas horas antes de dormir e, quando for ao banheiro, segure a base da barriga e dê uma leve levantada para permitir que toda a bexiga esvazie. Como agora a regra é quanto mais perto do banheiro, melhor, se for preciso troque de lugar com seu companheiro na cama. Feche as portas dos armários e tire objetos do caminho. Vale-tudo para não tropeçar no escuro durante a madrugada.

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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Endometriose


A doença é recorrente entre as mulheres porque além de causar dor durante a relação sexual, alterações intestinais durante a menstruação - como diarréia ou dor para evacuar - também está associada às dificuldades para engravidar após um ano de tentativas sem sucesso. Como as cólicas menstruais são ocorrências habituais na vida da mulher, é recomendado que a investigação das causas das dores deve ser feita quando estas apresentarem resistência a melhorar com remédios ou quando elas incapacitam a mulher para exercer suas atividades normalmente. Pois, cólica intensa é o principal sintoma de endometriose e leva à suspeita de que a doença esteja instalada.

Confira no link abaixo quais são as dúvidas mais comuns:

http://www.minhavida.com.br/conteudo/1646-10-duvidas-comuns-sobre-a-endometriose.htm
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terça-feira, 20 de julho de 2010

Curso de Gestante

Começa em
Agosto o curso
de Gestante
feito pela
UNIMED
Alto Vale.

Este curso é feito
por profissionais
da Saúde e é
desenvolvido
para todas as
gestantes.

Tem inicio dia
31 de Agosto de 2010,
das 19:00 as 21:00
no Auditório do Hospital
Regional do Alto Vale.







Para Participar basta fazer sua inscrição Gratuita pelos fones:
3521-2000 c/ Rossana ou Janaína
3531-3332 c/ Analu
3531-3342 c/Andiara.

Organização: Unimed Alto Vale
e Hospital Regional do ALto Vale.
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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Gravidez na menopausa



Fonte: site: www.sitemedico.com.br
Para entendermos melhor o processo devemos lembrar que a primeira menstruação é chamada de menarca, e o período em que a mulher tem atividade ovulatória (fértil) é chamado de menacme. A última menstruação da vida da mulher é chamada de menopausa, e os períodos pré e pós menopausa são chamados de climatério. É comum haver confusão e se chamar o período do climatério de menopausa.

No período da peri-menopausa começa a ocorrer uma diminuição na produção nos óvulos, pelos ovários, e o corpo reage enviando mais hormônios para tentar "forçar" o ovário a continuar a produzir óvulos.

Nesse período, a mulher tem uma parada na ovulação e na menstruação, e ocorre uma diminuição nos hormônios femininos (estrógeno e progesterona), e aumento dos hormônios responsáveis pela ovulação (LH e FSH).

A maioria das pacientes não apresenta alterações nesse período de transição entre a fase fértil e o climatério, porém algumas pacientes apresentam sintomas como, irritação, dor de cabeça, ondas de calor, distúrbios psicológicos, perda de Cálcio dos ossos (Osteoporose), e etc.

O tratamento do climatério deve ser indicado quando a paciente apresenta sintomas mais intensos como a Osteoporose, ou quando os sintomas prejudicam o seu desempenho nas atividades do dia a dia.

O tratamento em si é feito através da reposição dos hormônios produzidos durante o período fértil (Estrógeno e Progesterona). Podem ser dados por via oral, vaginal ou através da pele (Transdérmica). Devem ser sempre dados em conjunto para que ocorra uma simulação do ciclo menstrual o que restaura as condições de funcionamento do útero, e mantém um nível hormonal sangüíneo normal.

Mesmo ocorrendo a menstruação a paciente não ovula, uma vez que o ovário não responde mais aos hormônios, e portanto essa paciente não é fértil.

No período da peri-menopausa tanto a ovulação como a menstruação estão presentes, porem de um modo mais escasso. Entretanto, nesse período, a paciente pode engravidar se não houver outros fatores limitantes, para a obtenção da gravidez.

Após a menopausa não existe mais nem a ovulação, nem a menstruação, porém verificou-se que o útero quando estimulado com os hormônios volta a ter a sua função natural servindo tanto para ter uma menstruação como para sustentar uma gravidez.

Baseado nesse fato, e com auxílio das técnicas de Fertilização In Vitro, foi possível conseguir obter gravidez em pacientes menopausadas. Assim, essas pacientes recebem um tratamento de preparo do útero para poder receber um embrião formado de um óvulo de uma doadora com o sêmen do seu marido conseguindo obter a gravidez.

O ciclo da doadora é sincronizado com o ciclo da receptora. A doadora passa pelo processo de indução da ovulação descrito anteriormente e a receptora recebe medicações para "preparar"o útero para receber o embrião e dar início a gravidez.

A mais velha paciente a conseguir gravidez é uma indiana e tem 70 anos. No Brasil a paciente mais velha a ter um filho com esta técnica tem 61 anos.
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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Depressão pós-Parto



Fonte: site: www.dicasdemulher.com.br

O nascimento do bebê é um acontecimento para ser festejado pela mamãe e pela família, é tempo de fazer muitos planos. Mas, algumas semanas depois, a euforia da chegada do pequeno dá lugar à tristeza, depressão, sensação de vazio e angústia. Pode parecer estranho, mas é o que acontece com muitas mulheres depois de darem à luz. É a chamada depressão pós-parto.

O que é depressão pós-parto?

A depressão pós-parto tem as mesmas características de uma depressão normal, ou seja, a mulher sente uma tristeza profunda, de caráter prolongado e que provoca a perda de autoestima e de motivação. As tarefas da nova rotina de cuidados com o bebê exigem da mãe um grande esforço, ela não sente motivação para sequer dar banho, trocar as fraldas ou amamentar o recém-nascido.

Existem fatores físicos e emocionais que influenciam no surgimento desse problema. Durante a gravidez, a mulher passa por um período de grande alteração hormonal, que faz com que ela tenha necessidades diferentes. Quando o bebê nasce, ocorre uma queda brusca nessa produção hormonal, provocando uma sensação física de falta de energia e de ânimo.

O fator emocional para o surgimento da depressão pós-parto se deve ao fato de toda a preparação e das sensações positivas trazidas pela gravidez. Com a chegada do bebê, essas sensações passam e a mãe sente um vazio dentro dela.

No período pós-parto inicial é comum que a mulher passe por um quadro de depressão leve, que não traz maiores conseqüências. Essa nova condição hormonal e também física pode provocar uma leve tristeza na mulher entre o segundo e quarto dia após o parto e que pode durar no máximo seis semanas, período em que normalmente a mulher se adapta ao novo papel de mãe.

Como tratar a depressão pós-parto?

Quando essa sensação de apatia e desânimo se prolonga até o sexto mês após o nascimento do bebê, o tratamento para depressão pós-parto necessita ser feito com medicamentos e acompanhamento psiquiátrico. Os sintomas da depressão pós-parto podem se manifestar em diferentes níveis de gravidade. As três formas mais comuns da doença são a depressão imediata, depressão tardia e depressão psicótica. A depressão pós-parto imediata é leve, dura até três meses e pode ser curada com terapia. É o período em que a mulher se sente deslocada enquanto todos dão maior atenção ao bebê.

Já na depressão pós-parto tardia, a mulher começa a ter pensamentos depressivos durante a gravidez, extrema ansiedade e medo exagerado de não saber cuidar do bebê. Depois do nascimento, a mulher passa a não querer ver a criança, não suporta o choro. Em casos mais sérios, acredita que a melhor saída é eliminar a criança. O tratamento nesses casos é feito com remédios e terapia.

A depressão pós-parto psicótica é a mais grave e a mais rara, atinge 1% das mulheres. Exige internação em clínica, tratamento com remédios e terapia, já que a mulher pode matar não só o recém-nascido, mas todos os filhos.

Além do tratamento com especialistas, a atenção e o apoio da família são muito importantes para que a mulher consiga superar este momento tão delicado.

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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Pressão Alta


Consumo de água ajuda no controle da pressão sanguínea

O líquido evita a queda de pressão, deixa o corpo alerta e ajuda a emagrecer

Fonte: site: www.minhavida.com.br

Um estudo feito pela Vanderbilt University Medical Center, nos Estados Unidos, mostrou que a água sem nenhum aditivo pode ter um papel importante no controle da pressão sanguínea, além de ajudar a perder peso e deixar o corpo mais alerta.

Os pesquisadores descobriram que a água pode aumentar a pressão do sangue, quando observaram a influencia do líquido em seus pacientes que tinham problemas no sistema que mantém a pressão normal.

Mesmo que a água não cause um aumento significativo na pressão de pessoas jovens, que não apresentam nenhum tipo de problemas no sistema cardiovascular, os cientistas perceberam que ela aumenta a atividade do sistema nervoso, que controla a atividade nos vasos sanguíneos, prevenindo o acúmulo de sangue nas extremidades do corpo.

Essa descoberta complementa o estudo feito pela American Red Cross sobre como beber água pode reduzir os riscos de desmaio durante uma doação de sangue. O estudo mostra que beber aproximadamente meio litro de água antes de doar sangue diminui o risco de queda de pressão em 20%.

"O que descobrimos sobre a água pode ajudar a fazer as pessoas voltarem a doar sangue", diz David Robertson, professor de Medicina, Farmacologia e Neurologia noVanderbilt University Medical Center.

"Se você desmaiou quando doou sangue, é muito provável que você não volte a fazê-lo. Se nós conseguirmos reduzir em 20% o número de desmaios, nós aumentaremos a quantidade de doadores constantes".

Por aumentar a atividade no sistema nervoso, e assim elevar o nível de energia gasto, o hábito de beber água constantemente também promove a perda de peso. "Uma pessoa que beba três copos de água por dia pode perder três quilos em um ano, sem mudar em mais nada sua rotina. Isso não resolve o problema de excesso de peso, mas ajuda quem quer emagrecer e a entender como o sistema nervoso funciona", afirma Robertson.

Outros benefícios da água


Além de ajudar a aumentar a pressão sanguínea, existem vários outros motivos para sempre sair de casa com uma garrafa de água muito bem abastecida. Confira abaixo outros 7 benefícios que ela traz para nosso corpo.

1. Controla o cansaço e permite que você treine com mais disposição;
2. Age regulação da temperatura do seu corpo;
3. Favorece a circulação sanguínea e, portanto, a eliminação de toxinas;
4. Diminui a incidência de cãibras;
5. Leva o glicogênio (fonte de energia armazenada nos músculos e solicitada durante a prática esportiva) até as células;
6. Permite o aproveitamento de muitas vitaminas, as hidrossolúveis
7. Não tem nenhuma caloria.

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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Anticoncepcionais

Medicamentos e interação com anticoncepcionais

Fonte: site: www.medinforme.com


Especialmente drogas de uso prolongado podem interagir com os anticoncepcionais. Porém, as que precisam de atenção comprovada são:

  • Antiretrovirais: medicações utilizadas no tratamento da AIDS como Efavirens, Nevirapina, Nelfinavir e Ritonavir. Eles podem reduzir a concentração do hormônio estrogênio e diminuir a eficácia da pílula.
  • Antibióticos: O único antibiótico que tem comprovação que reduz a eficácia dos anticoncepcionais é a Rifampicina, utilizada no tratamento da tuberculose, hanseníase e alguns casos de prevenção da meningite. Porém, algumas pouquíssimas mulheres pode ter diminuição do estradiol no sangue durante o uso de metronidazol, tetraciclinas e derivados da penicilina, como amoxacilina e as cefalosporinas. Desta forma, recomenda-se o uso do preservativo no período do tratamento. Se tiver na dúvida se o antibiótico que está usando é uma cefalosporina, por exemplo, na bula tem escrito.
  • Fungicidas: o único conhecido que pode interagir com o anticoncepcional é a Griseofulvina.
  • Anticonvulsivantes: Drogas utilizadas para tratamento de epilepsia também podem interagir. Os anticonculsivantes como topiramato, oxcarbazepina, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina e primidona podem reduzir a concentração dos hormônios da pílula e diminuir a eficácia.
  • Álcool: Tudo bem que álcool não é medicação, mas resolvi incluir aqui para alertar uma coisa. Mas calma, não precisa achar que vai ter que abandonar sua taça de vinho (vamso fingir que seja só isso que você bebe!). O uso regular de álcool não reduz a eficácia do anticoncepcional, mas pode aumentar os efeitos colaterais de quem faz uso da pílula, pois os níveis de estradiol ficam aumentados.

Um coisa deve ficar clara, algumas interações com anticoncepcionais ainda não foram plenamente esclarecidas e certificadas pela literatura, por isso não merecem destaque. Mas uma coisa é certa, informe seu médico sobre o uso da pílula quando for utilizar alguma medicação. E, já tendo lido este post, você já fica mais atenta para utilizar preservativo quando em uso dessas medicações.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Câncer de Colo do Útero


Câncer de Colo do Útero

Fonte: site: www2.inca.gov.br

Vários são os fatores de risco identificados para o câncer do colo do útero, sendo que alguns dos principais estão associados às baixas condições sócio-econômicas, ao início precoce da atividade sexual, à multiplicidade de parceiros sexuais, ao tabagismo, à higiene íntima inadequada e ao uso prolongado de contraceptivos orais.
O câncer do colo do útero, também chamado de cervical, demora muitos anos para se desenvolver. As alterações das células que podem desencadear o câncer são descobertas facilmente no exame preventivo (conhecido também como Papanicolaou), por isso é importante a sua realização periódica. A principal alteração que pode levar a esse tipo de câncer é a infecção pelo papilomavírus humano, o HPV, com alguns subtipos de alto risco e relacionados a tumores malignos.

Estimativas de novos casos: 18.430 (2010)

Número de mortes: 4.812 (2008)

Atenção: A informação existente neste portal pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.


Para saber mais:
Prevenção
Detecção Precoce
Tratamento



Tipos de Câncer:

Veja mais detalhes no site do INCA(Instituto Nacional do Câncer)

Anal
Bexiga
Boca
Colorretal
Colo do Útero
Esôfago
Estômago
Fígado
Infantil
Laringe
Leucemia
Linfoma de Hodgkin
Linfoma não-Hodgkin
Mama
Ovário
Pâncreas
Pele Melanoma
Pele não Melanoma
Pênis
Próstata
Pulmão
Testículo
Tumores
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Persistindo: Procure sempre seu médico.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Pré-eclampsia


Pré-eclâmpsia

Fonte: site: www.e-familynet.com

O que é?

(também conhecida por Toxemia e, quando o quadro é acrescido de convulsão e

coma constitui-se a eclâmpsia).

É caracterizada por hipertensão (alta pressão arterial), edema (retenção de líquidos)

e proteinúria (presença de proteína na urina). Se manifesta na segunda metade da gravidez

(após a 20a semana de gestação) e pode evoluir para convulsão e coma mas essas condições

melhoram com a saída do feto e placenta.

No meio médico, o termo preferivelmente usado é MHEG - Moléstia Hipertensiva Específica

da Gravidez.O termo toxemia, apesar de consagrado, não é tão fiel, pois nunca se

demonstrou a existência de uma toxina que levasse a esta moléstia.

A pré-eclâmpsia pode ser leve ou severa (grave). Porque a pré-eclâmpsia pode severamente

restringir a circulação sanguínea para a placenta, o bebê pode ser perigosamente afetado.

Se não tratada, a pré-eclâmpsia pode se desenvolver em uma eclâmpsia, o que pode ser ainda

mais perigoso tanto para a mãe quanto para o bebê.

A retenção de líquidos ocorre porque a toxêmica tem menor capacidade de excretar sódio

e portanto, o retém, mesmo sob dietas hipossódicas.

Quais os riscos?

Em cerca de 10% das gestações há a incidência de moléstia hipertensiva, em sua maioria,

na forma de pré-eclampsia. Assim, para cada 1.000 gestações há 100 gestantes

com pré-eclâmpsia (a maioria leve) e uma com eclâmpsia.

A ocorrência também fica mais restrita à primeira gravidez e, embora você possa

desenvolver a pré-eclâmpsia mesmo que nunca tenha tido problemas de hipertensão antes,

você está em maior risco se já tinha problemas de pressão alta antes da gravidez ou

se há casos em sua família.

Como prevenir?

A pré-eclâmpsia é relativamente rara e embora não há exatamente como se prevenir,

o que você pode fazer é assegurar que está tendo bons cuidados pré-natais para detectar

o problema ainda nos primeiros estágios e receber um tratamento. Na verdade,

os testes de urina e a medição de sua pressão ao longo da gravidez é para detectar

problemas como este.

Como tratar?

O tratamento da pré-eclâmpsia leve resume-se em repouso, de preferência em decúbito

lateral esquerdo (acredita-se que essa posição ajuda na circulação sanguínea para o útero

e rins) e pouco sal (6g ao dia). Não é aconselhável o uso de diuréticos e hipotensores.

Em muitos casos, a pressão arterial volta ao normal com esse tipo de tratamento clínico.

O repouso pode ser em casa em alguns casos mas em outros é necessário que seja no

hospital.

Caso a pressão arterial não abaixe é necessário a observação em leito hospitalar

com o objetivo de permitir que a gravidez continue até que o feto esteja em condições

(maturidade e peso) para ser extraído, constituindo o tratamento obstétrico.

Esse se baseia na antecipação do parto, quando próximo ao termo (39 semanas).

Se houver condições obstétricas favoráveis, pode-se induzir o parto, com o descolamento

das membranas, a amniotomia e o uso de ocitocina, se necessário, para obter parto

por via transpélvica. Caso não haja condições ou resposta adequada à indução, uma

cirurgia cesária pode ser utilizada.

O tratamento clínico da pré-eclâmpsia grave é igual ao da eclâmpsia. As pacientes devem

estar internadas,fazendo-se uso de anticonvulsivante e medicação antihipertensiva.

O tratamento obstétrico é também baseado na antecipação do parto (38a ou 39a semanas)

com fórcipe de alívio caso o trabalho de parto esteja presente e avançado ou cesárea,

podendo-se utilizar anestesia de condução (a não ser quando as plaquetas estiverem baixas).

Não há evidências de que as mulheres que tiveram pré-eclâmpsia durante a gravidez irão

ser hipertensas no futuro, mas se ocorrer hipertensão, será na mesma proporção da população

geral e não pela pré-eclâmpsia ou toxemia.

Claramente, a pré-eclâmpsia não deve ser subestimada. Se você notar qualquer sintoma

de inchaço excessivo e pressão alta, não hesite em comunicar imediatamente o seu médico.

Quanto antes diagnosticada,mais efetivo será o tratamento.

Quanto ao recém-nascido, encontra-se altos índices de prematuridade (80%), muitas vezes

motivada pela própria antecipação do parto, e em 30% dos casos eles são pequenos para

idade gestacional.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Final semana


Bom final de semana
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Mulher saudável



Mulher saudável em todas as idades

Fonte: site: www.fleury.com.br


Você já parou para pensar quanto tempo dedica a si mesma? Quando foi a última vez em que parou para refletir sobre sua saúde, seus hábitos alimentares, sua rotina de exercícios? Essas são questões que, com a correria do cotidiano, acabam ficando para segundo plano. O fato é que cuidar da mente e do corpo é fundamental para ter qualidade de vida, continuar trabalhando com disposição, cuidar bem dos filhos, entre outras tarefas que a mulher tem assumido com o tempo.

E é importante se cuidar bem em todas as fases da vida. Além de manter hábitos saudáveis, como boa alimentação e prática regular de exercícios físicos, é importante fazer avaliações médicas periodicamente. Quando criança, as meninas precisam de acompanhamento de um pediatra.

Na adolescência, fase de intensas mudanças, é fundamental que a jovem entenda as transformações que acontecem em seu corpo. E,para isso, consultar um ginecologista é um primeiro passo. Ele é o profissional de saúde que vai orientar para uma vida sexual segura, e também sobre os cuidados com o corpo e os exames necessários em cada etapa, para que a mulher mantenha sua saúde.

E são vários os exames que necessitam ser feitos ao longo da vida. Uma visita anual ao ginecologista, a partir do início da vida sexual, é fundamental. Para mulheres assintomáticas e sem histórico familiar de doenças hereditárias, a partir dos 40 anos é importante acrescentar uma avaliação cardiológica e uma mamografia anual.

Após a menopausa, os cuidados têm um enfoque especial, pois as mudanças hormonais causam transformações específicas e podem desencadear, por exemplo, a osteoporose.

Essas avaliações têm uma razão de ser: cânceres como o de mama ou de colo do útero, por exemplo, se detectados em estágio inicial, têm grande possibilidade de cura. E essa detecção pode ser feita em uma avaliação periódica.

“Se a mulher fizer a rotina ginecológica anual, qualquer lesão que apareça nesse intervalo é recente – e, portanto, com maior chance de cura –, um parâmetro que não existe em quem fica anos sem ir ao médico”, afirma Giselle Mello, médica responsável pelo Serviço de Mamografia do Fleury Medicina e Saúde.

Previna-se
No Brasil, o câncer de colo do útero ainda é um grave problema de saúde pública, pois uma boa parte dos casos só é detectada quando a doença já está em estágio avançado. “A mulher que procura anualmente o ginecologista dificilmente chegará nesse ponto”, afirma Giselle.

O exame de Papanicolaou, simples e rápido, é capaz de detectar alterações que sugerem a presença de alguma lesão genital. Quando o resultado está alterado, pode evidenciar a suspeita de infecção pelo papilomavírus humano (HPV) – que responde por mais de 90% dos cânceres de colo de útero, vagina e vulva. “Ter HPV, no entanto, não é sinônimo de ter câncer”, alerta a médica. Mas é preciso que a mulher se trate e fique atenta, pois a existência do vírus deixa a mulher mais suscetível a desenvolver lesões que podem evoluir para o câncer.

Vacinas anti-HPV
O Fleury também já disponibiliza dois tipos de vacina contra o HPV , uma bivalente (a partir dos 10 anos e até os 25 anos) e outra quadrivalente (indicada dos 9 anos até os 26 anos). A bivalente oferece proteção contra os subtipos 16 e 18, que apresentam risco maior de causar lesões malignas do colo uterino. Já a quadrivalente, além de proteger contra os subtipos 16 e 18, também é eficaz contra os subtipos 6 e 11, associados a 90% das verrugas genitais.

Segundo o infectologista e assessor médico em Vacinação do Fleury, Jessé Reis Alves, essas vacinas conferem uma imunidade de praticamente 100% contra a evolução maligna das lesões causadas por esses subtipos do HPV . Mas ele salienta que a escolha da vacina, se bi ou quadrivalente, deve ser feita pelo médico de cada paciente. “Ele é quem avalia a melhor indicação”, explica.

EXAMES FUNDAMENTAIS PARA A BOA SAÚDE DA MULHER

Idade: a partir do início da vida sexual
Alvo: colo do útero, vagina e vulva
Exames: papanicolaou, colposcopia e vulvoscopia

Idade: acima de 40 anos
Alvo: mama, coração
Exames: mamografia e avaliações cardíacas*
*Consulte seu médico para saber quais exames são necessários para você, de acordo com suas condições de saúde

Idade: após a menopausa
Alvo: ossos
Exames: densitometria óssea

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Nunca fique muito tempo longe de seu Médico.

Faça sempre uma visita.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Diabete Gestacional

Diabete gestacional
A doença que só aparece na gravidez

Fonte: site: www.alobebe.com.br

O início de uma gravidez é marcado pelas inúmeras modificações que o corpo da mulher sofre, entre elas as hormonais, que podem trazer algumas disfunções para o organismo, como é o caso do diabete gestacional.

O que é?

O diabete gestacional é uma condição de intolerância aos carboidratos, com graus de intensidade variados. Sua principal característica é o início ou detecção durante a gravidez, podendo ou não persistir após o parto, quando se deve fazer nova avaliação. A glândula endócrina localizada no pâncreas, responsável pela produção de insulina, tem como função controlar a quantidade de açúcar no sangue. Devido às mudanças que ocorrem no organismo da gestante, alguns hormônios podem prejudicar a ação da insulina, dificultando a entrada de glicose nas células. Para a maioria das mamães, o corpo compensa este desequilíbrio aumentando a fabricação de insulina, mas quando há uma diminuição desta produção, eleva-se a taxa de açúcar sanguíneo e surge a diabete gestacional.

O que pode causar?

O reconhecimento da doença logo no início da gestação desempenha um papel de extrema importância, pois é possível evitar a morbimortalidade obstétrica e complicações fetais, tais como: microssomia (fetos muito grandes), imaturidade pulmonar fetal, hipoglicemia (taxa de glicose no sangue abaixo do normal), hipocalcemia (baixo teor de cálcio no sangue) e hiperbilirrubinemia (aumento do teor de pigmentação vermelha no sangue) nos recém-nascidos, além de má formação do bebê.

Fatores de risco:

A presença da diabete gestacional determina uma gestação de risco, os fatores de risco mais importantes são:

  • Idade materna superior a 25 anos
  • Baixa estatura
  • Presença de hipertensão arterial
  • Gordura de localização abdominal
  • História pessoal de diabete
  • Presença de parentes de 1º grau com diabete
  • Gestações anteriores com bebês muito grandes ou com má-formação
  • Retardo de crescimento do feto
  • Morte fetal ou neonatal sem causa aparente
  • Aumento excessivo de peso na gravidez atual
  • Altura uterina maior do que a esperada para a idade da gestação
  • Crescimento acentuado do feto
  • Presença de grande quantidade de líquido amniótico

Tratamento:

Se diagnosticada cedo, a mamãe pode ter uma gravidez tranqüila, recebendo orientação especializada e tratamento adequado. Além de realizar uma dieta rigorosa própria para diabéticos para controlar os níveis glicêmicos deve-se monitorá-los constantemente para que permaneçam dentro do padrão de normalidade.

Daí a importância da verificação da taxa de açúcar no sangue durante os exames pré-natais, já que é nesta fase que os índices de glicose no sangue da futura mamãe podem estar elevados. A mamãe deve ainda ser incentivada a realizar atividades físicas com exercícios próprios para gestantes, como hidroginástica, caminhadas e aulas de alongamento e relaxamento corporal, porém sempre respeitando seus limites.

Tratamento com insulina, especificamente aquele que não causa perigo para o bebê, só deve ser introduzido caso apenas a dieta não seja suficiente para manter os níveis adequados de glicemia no organismo da gestante ou se ocorrer um crescimento exagerado do feto.

Os níveis de açúcar no sangue da gestante devem ser acompanhados também após o parto, ainda que a maior parte das mulheres deixe de apresentar as características do diabete, apesar de ter maiores chances de desenvolver a doença no futuro.

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Faça sempre o acompanhamento médico(Pré-Natal).


quarta-feira, 7 de julho de 2010

HPV



Saiba mais sobre o HPV

Fonte: site: www.portalvital.com

Para prevenir o

problema

é preciso

conhecê-lo

A principal doença sexualmente transmissível, entre as propagadas por vírus, é o HPV. Por isso, quanto mais você souber sobre ele, mais fácil será preveni-lo. O papilomavírus humano, como é chamado, se divide em mais de 140 tipos virais classificados por números. Alguns não provocam maiores problemas do que verrugas na pele. Outros cerca de 40 tipos diferentes têm foco maior nas áreas genitais e estão relacionados a verrugas e ao câncer, em especial o de colo do útero.

Como não apresenta sintomas, é difícil reconhecer a presença do vírus. Às vezes aparecem algumas irritações nas áreas genitais, mas só é possível confirmar o HPV através de exames médicos. A principal recomendação é visitar o médico com regularidade. No caso da mulher, se demorar muito tempo para fazer o exame papanicolau, por exemplo, há risco do vírus transformar as células normais da mucosa, sejam da vagina ou do colo do útero, em células cancerosas. O resultado pode ser o aparecimento de uma lesão que poderia ter sido curada em estágios iniciais.

Transmissão e prevenção

Em geral o HPV é transmitido pela relação sexual, mas não exclusivamente. As verrugas na pele, em qualquer parte do corpo, também podem transmitir o vírus se sofrerem algum traumatismo ou se a outra pessoa tiver um pequeno ferimento na pele. Assim, até a manipulação desprotegida de objetos contaminados pode causar a infecção.

Quanto à prevenção, estar informado é o ponto fundamental. O uso de preservativo é altamente recomendado, embora não proteja 100% das vezes, pois não cobre toda a área genital masculina. Vale a lembrança: para evitar problemas mais sérios, a visita regular ao médico pode diagnosticar qualquer alteração logo no início e, assim, evitar problemas maiores à sua saúde.

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Por isso, use camisinha SEMPRE.




terça-feira, 6 de julho de 2010

Menopausa


Ai, que calor!

Produção menor de alguns hormônios

nas mulheres maduras provoca

calor repentino


Fonte: site: www.portalvital.com

Você já está com 50 anos ou um pouco mais? Pois é exatamente nessa época que chega a menopausa — a última menstruação. Quando acha que ficará livre das alterações de humor ocasionadas pela famosa TPM (tensão pré-menstrual), depara-se, muitas vezes, com uma desagradável surpresa: a irritabilidade pode aumentar, alternando-se até com quadros depressivos. Essa é uma das características do climatério, que é incorretamente chamado de menopausa.

Na verdade, essa fase que atinge mulheres maduras nada mais é do que a diminuição da produção dos hormônios sexuais femininos, ou seja, do estrógeno e da progesterona, fabricados pelo LH (sigla para hormônio luteinizante em inglês) e FSH (sigla para hormônio estimulador de folículos em inglês). Entre os sintomas mais comuns estão: súbitas ondas de calor — conhecidas pelos médicos como fogachos — que atacam mais a região da nuca e a face, associadas muitas vezes ao excesso de suor repentino; pele mais ressecada; osteoporose (perda óssea) em alguns casos; aumento de peso e ressecamento vaginal, que pode gerar infecção urinária.

Parece um quadro assustador, não é mesmo? Mas tudo é resolvido, na maioria dos casos, com reposição hormonal. Os especialistas afirmam que é comum a diminuição desses hormônios sexuais — tanto em homens como em mulheres — à medida que envelhecemos.

Nas mulheres, os sintomas são mais evidentes. Nos homens, entre os quadros mais comuns estão diminuição da força muscular, alteração de humor e diminuição da libido.

“Cada caso deve ser estudado com o médico de confiança e, sempre que recomendado, a reposição hormonal é possível para ambos os sexos. Mas nunca se esqueça de que todas essas reações podem ser minimizadas quando o organismo está saudável”, ressalta o médico João Roberto de Sá, presidente do Departamento de Endocrinologia e Metabologia da Associação Paulista de Medicina. Por isso, manter uma alimentação balanceada, fazer exercícios físicos regularmente, não fumar nem beber e dormir bem são hábitos que aumentam a qualidade de vida.

De olho na saúde

A reposição hormonal é algo sério. Então, quando consultar um médico, ele deve saber se há histórico de câncer na família. Em mulheres, é comum pedir uma mamografia. Em homens, mesmo os que estejam submetidos a reposição hormonal, em caso de suspeita, pede-se um ultrassom de mama. Isso porque é bem mais raro ocorrer a doença neste local, no sexo masculino. Se há registros dessa doença nos parentes, não é recomendável o uso desses medicamentos sintéticos. Ainda pouco utilizada, a reposição com hormônios bioidênticos (quimicamente iguais aos que a mulher produz no corpo) tem sido vista como forma eficaz de reduzir esses sintomas indesejáveis na mulher.

A empresária Linah de Godói entrou aos 47 anos no climatério, precipitado por um câncer de mama. Totalmente curada, ela minimiza os efeitos hormonais com reposição de progesterona natural. “Os calores passaram, e eu me sinto muito bem no dia a dia”, revela ela, que hoje está com 60 anos. Mas cada caso é um caso. Por isso, não deixe sua saúde de lado na correria do dia a dia.

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Procure seu médico.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Amônia, um perigo durante a gestação


Fonte: site: http://www.proteste.org.br

O alerta está no rótulo: “Produto não recomendado para
gestantes”. Em nosso teste de tintas pretas para cabelos (PRO
TESTE no 50, ago/06), reivindicamos da Anvisa um alerta nas
embalagens de produtos para coloração permanente. Hoje,
mesmo sem ser obrigatório, todas as tinturas testadas
contêm o alerta, que orienta as futuras mamães.
A preocupação se dá por conta da presença de amônia na
formulação desses produtos. Esse componente, que
penetra na cutícula do fios para retirar os pigmentos
originais e fixar a nova cor, também consegue ultrapassar a barreira placentária, o que pode causar danos irreversíveis à saúde do bebê.
Mas isso não quer dizer que a mulher grávida deva deixar a vaidade de lado e esperar o parto para tratar a cor de seus cabelos. Existem produtos naturais livres de amônia, como a henna, e também os xampus tonalizantes, que não levam amônia em sua composição. De acordo com a
Sociedade Brasileira de Pediatria, não há evidências de risco com exposição gestacional e na lactação a esses produtos sem amônia.
E se você costuma fazer luzes ou reflexos, uma boa notícia: esses procedimentos nâo são proibidos, porque não atingem o couro cabeludo - entretanto, você só pode voltar ao cabeleireiro após o quarto mês de gestação..
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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Fim de semana

BOM FINAL

DE SEMANA
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O dia do Parto


Fonte: site: www.sitemedico.com.br
O dia do parto
Após meses de espera, finalmente você poderá ver o rostinho do seu bebê. A apreensão neste momento é normal, mas saiba que quanto mais relaxada e confiante você estiver, melhor será o seu parto.

Fique atenta aos sinais de que chegou a hora para que não confunda as contrações das últimas semanas, com as contrações do parto.

Sinais

O tampão que bloqueia o colo do útero sairá da vagina com uma coloração similar a do sangue. Espere até sentir as dores características do trabalho de parto, pois muitas vezes o tampão cai dias antes do parto.

O rompimento da bolsa, quando um jato de água escorre, é o sinal esperado para que você se encaminhe até a maternidade.

Neste momento, ligue imediatamente para o seu médico e o informe sobre possíveis contrações.
Quando as contrações começarem, marque o tempo de seus intervalos.

A medida em que ficarem menos espaçados, mais fortes e frequentes, você estará em trabalho de parto. No caso de contrações a cada cinco minutos, ande devagar, tome um banho morno para relaxar (se a bolsa não tiver rompido).

Ao chegar ao hospital, um médico deverá fazer exames de rotina, verificará a sua ficha médica e perguntará sobre a freqüência das suas contrações. Após vestir a roupa do hospital, a enfermeira medirá a pressão arterial, temperatura e pulsação e, o médico, provavelmente fará um exame de toque para verificar a dilatação do colo do útero.

O bebê também deverá ser examinado, através do apalpe da barriga e com a avaliação do batimento cardíaco, realizado com um estetoscópio de Pinard ou um sonar.

Este exame é importante para avaliar se o bebê está recebendo a quantidade de oxigênio adequada e suficiente durante as contrações.

O pai da criança tem papel fundamental neste momento. Durante as contrações, procure dar apoio e carinho à sua mulher, lembre-a das técnicas de respiração, massageie as costas dela, dê-lhe água, apoie suas solicitações e jamais se magoe se ela se irritar com você. O nervosismo dela é normal.

Na hora do parto respire da forma indicada pelo médico,concentre-se nesta respiração, confie e siga todas as orientações dos especialistas.

Boa sorte!
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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Depressão


Fonte: site: www.mulhersexofragil.com.br

Como identificar a depressão feminina

A mulher fica chata, resmungona, mal humorada, sempre brava, acham que a vida é muito chata entre outros aspectos, os familiares tem que ficar atentos, pois podem ser uma depressão. É, pois nós estamos acostumados com os sintomas básicos que são: a pessoa fica triste, chorando toda hora, toda hora deitada na cama, sem vontade de comer, vontade de morrer ou
até mesmo de se matar.
A depressão acontece por irritabilidade, sensação de desamparo, desmotivação, gripes, herpes, vaginite, gastrite e cefaléias. Estudos comprovaram que a maioria das mulheres que possuem depressão são as de meia idade que estão entre 35 aos 50 anos que podem ocorrer por vários sintomas, entre eles estão: oscilações hormonais, baixa produção de hormônios ovarianos, alterações urogenitais, alterações do sono, alterações de memória e humor e irregularidades menstruais. A depressão é um transtorno complexo que acontece através de sintomas físicos e psicológicos. A depressão também pode ser co-morbidade do TDAH ou Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. Em casos mais graves o indicado é utilizar medicamentos antidepressivos e uma terapia hormonal, pois a oscilação hormonal em qualquer idade faz com que as mulheres alterem seu estado de humor.
Os medicamentos antidepressivos podem causar efeitos colaterais como: boca seca, cansaço, prisão de ventre, dor de cabeça, tremor, ansiedade, sonolência, tonteira, náusea, tonteira, ganho de peso, diminuição da libido, esquecimento entre outros sintomas.
Então, se você perceber que alguém que vive constantemente com você está tendo diversas mudanças e ficando cada vez mais chata verifique se isso não é o início de uma depressão, pois quando mais cedo encontrada mais rápido é o diagnóstico.
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